Glória ao Terrorista Serial de Austin

Via Maldição Ancestral

Em nossa postagem anterior informávamos sobre os seis atentados indiscriminados que acertaram a cidade de Austin, Texas, desde os primeiros dias de março, ataques que deixaram dois mortos e vários feridos, o rastro de terror e medo que cobriu a região, a paranoia e a mobilização das grandes agências de inteligência (FBI, ATF, etc.).

No último dia 21 de março foi informado que o autor dos atentados havia morrido.

Desde as primeiras explosões agentes federais começaram a rastrear os materiais que foram utilizados para a fabricação de bombas caseiras. Visitaram lojas grandes e pequenas interrogando a várias testemunhas para criar um perfil do responsável. Recordemos que os lugares onde foram encontrados os dois últimos pacotes-bomba (um que explodiu dentro de uma filial da Fedex e outro que foi encontrado em uma pequena loja dos Correios), existiam câmeras de segurança, as quais entregaram imagens do terrorista e do veículo com a qual se locomovia. Com estes dados, as autoridades rastrearam o modelo do carro e chegaram ao responsável. Na manhã de quarta-feira foi iniciada uma operação para detê-lo e frear a onda de pacotes-bomba.

Enquanto cercavam ao terrorista com carros blindados, patrulhas e helicópteros, vários agentes da SWAT se aproximaram rapidamente com armas de grosso calibre em mãos, gritando e fazendo alarde como muito bem sabem fazer, e ao sentir-se encurralado, o solitário serial-bomber tomou uma corajosa decisão. Consciente do que havia feito e aceitando o seu final, aproximou uma de suas bombas em seu peito e a ativou. A onda expansiva destroçou seu veículo, matando-o imediatamente e deixando ferido um dos agentes da SWAT. Gloriosa maneira de morrer de um bombista indiscriminado!

A Polícia não obteve nada dele, pelo contrário, de Mark Anthony Conditt (o nome do responsável) tiveram apenas medo, terror, árduas horas de trabalho de investigação, sangue e morte.

É assim que o episódio de Mark fica nas recordações, permanece como exemplo da ferocidade de um terrorista que em seu atuar não dá a mínima importância ao amanhã e se guia apenas pelo seu presente decadente.

Sobre as motivações de Mark o FBI disse apenas que “queria enviar uma mensagem”, e que em seu telefone havia um vídeo onde reivindicava seus atos. Seja como for as razões do terrorista das 7 bombas são ainda um mistério, mas sentimos ele muito próximo de nós, por isso surgiu-se a necessidade de dedicar-lhe estas palavras.

A morte de Mark não é boa nem ruim, é apenas a consequência das decisões de um terrorista indiscriminado, aquele que enfrenta a TUDO sem esperar nenhuma mudança, apenas pelo gozo egoísta do sangue e o cheiro da pele queimada de seu alvo.

(Meus atos são) “O grito que um jovem deve fazer para afrontar os desafios de um homem na vida”.Mark A. Conditt

Que a vida e morte de Mark seja um exemplo para os individualistas selvagens!

Morte e feridas para os híper-civilizados de qualquer cidade!

Sobre o Atuar Indiscriminado do Bombista Serial

Via Maldição Ancestral

O caos e o terror se apoderaram das ruas, o fantasma do terrorismo continua perturbando as mentes mais corretas até os dias atuais.

Estados Unidos, o país com as maiores agências de investigação e contra-inteligência do mundo tem um caso urgente a ser resolvido pois já há umas semanas um bombista em série tem captado a atenção das autoridades e da sociedade em geral, o mistério é enorme e a ausência de efetividade é bastante evidente.

Tudo se iniciou em 2 de Março, um pacote-bomba que se ativava através de um sistema de “armadilha” detonou nas imediações de uma casa particular na cidade de Austin, Texas. O homem que o abriu morreu devido a tremenda explosão. Aparentemente a polícia não deu muita importância por se tratar de um homem negro.

Em 5 de Março outro pacote-bomba de características semelhantes matou a um adolescente e feriu gravemente a sua mãe (ambos afro-americanos) novamente em Austin. O pacote também foi deixado nas imediações da casa das vítimas, e neste mesmo dia uma idosa hispana foi vítima de um terceiro pacote-bomba, e após isso a polícia começou a formular teorias e concluíram que os crimes tinham uma “motivação racial”, mas se equivocaram…

Em 18 de Março uma bomba-armadilha foi ativada por uma dupla de pessoas brancas que caminhavam tranquilamente pela rua, deixando-as feridas. Com isso a hipóteses de que os atentados eram cometidos por um “racista” estava descartada.

Tão logo em 19 de Março um quinto pacote-bomba explodiu dentro de uma empresa dos Correios ferindo a uma trabalhadora e deixando terror entre a população. O FBI que já havia assumido o caso admitiu ter neutralizado um sexto explosivo sem dar maiores detalhes do artefato.

Além disso agentes do FBI reconheceram que as bombas estavam manufaturas com pregos e pólvora negra, feitas com um alto grau de sofisticação, mas compostas por materiais de fácil aquisição. Diante disso, o recordo do terror e caos que deixou Freedom Club nos anos 90 segue fresco.

O que chama a atenção é a maneira indiscriminada de atuar do/dos terroristas com estes tipos de atos, o que nós desde Maldición Eco-extremista apoiamos, engrandecemos e aplaudimos completamente. Não nos importa as razões que movem o atuar selvagem deste tipo de “serial-bomber” (como a imprensa o batizou), o que importa é semear a discórdia e o temor nos progressistas e humanistas modernos.

O que faz este terrorista anônimo é demostrar que mesmo estando em um país tão vigiado e tão duro em suas leis sobre terrorismo, ainda se pode realizar este tipo de ato sem serem presos. Aprendamos então as lições que deixa este “novo unabomber” (como nomeou a imprensa).

Pelo atuar misantropo que move os individualistas que se declaram em Guerra contra esta realidade artificial!

Para cima, bombista de Austin!

Que tuas bombas sigam derramando sangue e semeando morte!

Ânimos Criminais!

Praise For The Serial Terrorist From Austin

Via Maldición Eco-extremista

In our last post we reported on the six indiscriminate attempts that hit Austin, Texas, since the first days of March, attacks that spread two dead and various wounded, the trail of terror and fear that covered the zone, the paranoia and mobilization of the large intelligence agencies (FBI, ATF, etc.). Last March 21st it was reported that the author of the attacks had died.

Since the first explosions, federal officers began the tracking of the materials which were used for the fabrication of homemade bombs, they visited various large and small shops interviewing some witnesses to create a profile of the responsible. Remember that in the places where were found the last two package bombs (one that exploded inside of a Fedex office and another which was found in a small delivery shop), were security cameras, that gave the images of the terrorist and the van in which he mobilized. With that fact, the authorities traced the model of the van and found the responsible, Wednesday in the morning it was executed an operation to detain him and stop the outbreak of package bombs.

While they were surrounding the terrorist with armoured cars, patrols and helicopters, several SWAT agents quickly approximated with long weapons in their hands, screaming and boasting like they know, when he felt enclosed, the solitary serial bomber made a courageous decision, aware of what he had done and accepting his end, put one of his bombs closer to his chest and activated it, the blast destroyed his van, killing him instantly and hurting one of the SWAT agents. Glorious way to die for an indiscriminate bomber!

Police didn’t obtain anything from him, to the contrary, from Mark Anthony Conditt (the name of the responsible) they had only fear, terror, arduous hours of investigation work, blood and death.

So, the episode of Mark remains in the memory, remains as example of the ferocity of a terrorist who doesn’t give in his acting the minimal importance to the tomorrow and who is guided just by his decadent present.

On Mark motivations, the FBI just said that “he wanted to send a message”, and that it was a video in his phone in which he reclaimed his acts, no matter how, the reasons of the terrorist of the 7 bombs are still a mystery but we feel him very close to us, because of that we feel the necessity of dedicate this words to him.

Mark’s death isn’t good or evil, is just the consequence of the decisions of an indiscriminate terrorist, who faces EVERYTHING without expecting anything, just because the egoistical joy of the blood and the smell of the burned skin of his objective.

(My acts are) “the outcry that a young man has to do to confront the challenges of a man in life” – Mark A. Conditt

Let the life and death of Mark be an example for the wild individualists!

Death and wounds for the hyper-civilized of any city!

Loor Al Terrorista Serial de Austin

Via Maldición Eco-extremista

En nuestro post pasado informábamos sobre los seis atentados indiscriminados que golpearon a la ciudad de Austin, Texas, desde los primeros días de marzo, ataques que dejaron dos muertos y varios heridos, la estela de terror y miedo que cubrió la zona, la paranoia y la movilización de las grandes agencias de inteligencia (FBI, ATF, etc.) El pasado 21 de marzo se informó que el autor de los atentados había muerto.

Desde las primeras explosiones, agentes federales comenzaron a rastrear los materiales que se utilizaron para la fabricación de bombas caseras, visitaron varias tiendas grandes y pequeñas entrevistando a varios testigos para crearse un perfil del responsable. Recordemos que los lugares donde fueron encontrados los dos últimos paquetes-bomba (uno que estalló dentro de una sucursal de Fedex y otro que fue encontrado en una pequeña tienda de mensajería), existían cámaras de seguridad, las cuales dieron imágenes del terrorista y de la camioneta en la que se movilizaba. Con ese dato, las autoridades rastrearon el modelo de esta y dieron con el responsable, por la mañana del miercoles se realizó un operativo para detenerlo y frenar la ola de paquetes-bomba.

Mientras cercaban al terrorista con autos blindados, patrullas y helicópteros, varios agentes SWAT se acercaron rápidamente con armas largas en mano, gritando y alardeando como bien lo saben hacer, al sentirse acorralado, el solitario bombardero serial tomó de una valerosa decisión, consciente de lo que había hecho y aceptando su final, acercó una de sus bombas a su pecho y la activó, la honda expansiva destrozó su camioneta, matándolo de inmediato y dejando herido a uno de los agentes SWAT. ¡Gloriosa manera de morir de un bombardero indiscriminado!

La Policía no obtuvo nada de él, al contrario, del Mark Anthony Conditt (el nombre del responsable) solo tuvieron miedo, terror, horas arduas de trabajo de investigación, sangre y muerte.

Así es que, el episodio de Mark queda en el recuerdo, queda como ejemplo de la ferocidad de un terrorista que en su actuar no le da la más mínima importancia al mañana y se guía sólo por su presente decadente.

Sobre las motivaciones de Mark, el FBI sólo dijo que “quería enviar un mensaje”, y que en su teléfono había un video en donde reivindicaba sus actos, sea como sea las razones del terrorista de las 7 bombas son aún un misterio pero lo sentimos muy cerca de nosotros, por eso sentimos la necesidad de dedicarle estas palabras.

La muerte de Mark no es buena ni mala, es sólo la consecuencia de las decisiones de un terrorista indiscriminado, quien se enfrenta a TODO sin esperar nada a cambio, sólo por el goce egoísta de la sangre y el olor a la piel quemada de su objetivo.

(Mis actos son) “El grito que un joven debe hacer para afrontar los retos de un hombre en la vida” – Mark A. Conditt

¡Que la vida y muerte de Mark sea un ejemplo para los individualistas salvajes!

¡Muerte y heridas para los híper-civilizados de cualquier ciudad!

On The Indiscriminate Acts of The Serial Bomber

Via Maldición Eco-extremista

Chaos and terror have seized the street, the ghost of terrorism remains disturbing the most correct minds up to today.

United States, the country with the largest investigation and counterintelligence agencies of the world has an urgent case to be solved, since for a few weeks a serial bomber has attracted the attention of the authorities and the society in general, the mystery is huge and the lack of effectiveness is quite evident.

It all began on 2 March, when a package bomb which was activated with a “trap” system, detoned on the outside of a private home in the city of Austin, Texas, the man who opened it died because of the tremendous explosion, apparently police didn’t give much importance to it because he was a black man.

On 5 March, another package bomb of similar characteristics killed an adolescent and severely hurt his mother (both African American) also in Austin, the package was left on the outside of the domicile of the victims too, the same day but in another zone, an old hispanic woman was victim of the third package bomb, after that, police began to deduce theories and considered that the crimes had a “racial background”, but they were wrong…

On 18 March, a package trap was activated by two white people who were calmly walking down the street, being injuried. With this, the hypothesis that the attempts were being committed by a “racist”, was discarded.

Only just on 19 March, a fifth package bomb exploded inside of a delivery company hurting one worker and spreading terror among the population, the FBI which have already took the case, admitted that they have neutralized a sixth explosive package without elaborate on this.

In addition, FBI agents have recognized that the bombs were fabricated with nails and gunpowder, made with great sophistication but composed of easy-to-buy materials.

In view of that, the memory of the terror and chaos that spread Freedom Club in the nineties remains fresh.

What attracts attention is the indiscriminate way of acting of the terrorist/terrorists through this type of acts, what we from Maldición Eco-extremista completely support, praise and applaud. We don’t care about the reasons which motivate the wild acting of this “serial bomber” (as the media have named him), what matters is to spread discord and fear in the modern progressists and humanists.

What this anonymous terrorist does is to prove that even being in a country so monitored and strict on its terrorist laws, it is possible to execute this type of acts without getting caught, let’s learn from the lessons of this “new unabomber” (as the media have designated him).

For the misanthropic acting that moves the individualists to declare themselves in War against this artificial reality!

Up with the bomber of Austin!

May your bombs keep shedding blood and spreading death!

Courage, criminals!

Sobre el Actuar Indiscriminado del Bombardero Serial

Via Maldición Eco-extremista

El caos y el terror se han apoderado de las calles, el fantasma del terrorismo continúa perturbando las mentes más correctas hasta el día de hoy.

Estados Unidos, el país con las agencias de investigación y contra-inteligencia más grandes del mundo tienen un caso urgente que resolver, pues desde hace unas semanas un bombardero en serie ha captado la atención de autoridades y la sociedad en general, el misterio es enorme y la ausencia de efectividad se nota bastante.

Todo comenzó el 2 de marzo, un paquete-bomba que se activaba con un sistema de “trampa” detonó a las afueras de un domicilio particular en la ciudad de Austin, Texas, el hombre que lo abrió murió por la tremenda explosión, al parecer la policía no le dio mucha importancia al tratarse de un hombre negro.

El 5 de marzo, otro paquete-bomba de parecidas características mató a un adolecente e hirió gravemente a su madre (los dos afroamericanos) igual en Austin, el paquete fue también dejado a las afueras del domicilio de las víctimas, ese mismo día pero en otra zona, una anciana hispana fue víctima de un tercer paquete-bomba, tras esto, la policía comenzó a sacar teorías y dieron por resuelto que los crimines tenían un “trasfondo racial”, pero se equivocaron…

El 18 de marzo, una bomba-trampa fue activada por un par de personas blancas que caminaban tranquilamente por la calle, resultando heridas. Con esto, la hipótesis de que los atentados eran cometidos por un “racista”, quedaba descartada.

Apenas el 19 de marzo, un quinto paquete-bomba explosionó dentro de una empresa de mensajería hiriendo a una trabajadora y dejando terror entre la población, el FBI quien ya tomó el caso, admitió haber neutralizado un sexto paquete explosivo sin dar más detalles de esto.

Además, agentes del FBI han reconocido que las bombas estaban manufacturadas con clavos y pólvora negra, hechas un alto grado de sofisticación pero compuestas por materiales de fácil adquisición. Ante esto, el recuerdo de terror y caos que dejó Freedom Club en los 90’s sigue fresco.

Lo que llama la atención es la manera indiscriminada de actuar del o los terroristas con este tipo de actos, lo que nosotros desde Maldición Eco-extremista apoyamos, vitoreamos y aplaudimos completamente. No nos importan las razones que mueven al actuar salvaje de este “bombardero en serie” (como lo ha bautizado la prensa), lo que importa es sembrar la discordia y el temor en los progresistas y humanistas modernos.

Lo que hace este anónimo terrorista es demostrar que aun estando en un país tan vigilado y tan estricto en sus leyes sobre terrorismo, se pueden realizar este tipo de actos sin ser atrapados, aprendamos pues de las lecciones que da este “nuevo unabomber” (como lo ha nombrado la prensa).

¡Por el actuar misantrópico que mueve a los individualistas a declararse en Guerra contra esta realidad artificial!

¡Arriba el bombardero de Austin!

¡Que tus bombas sigan derramando sangre y sembrando muerte!

¡Ánimo Criminales!

Facção Central – A Cidade é Nossa

Tem catraca eletrônica na escola do seu filho;
Detector de metal pra mantê-lo vivo;
Diamante, rubi, só enfeitam seu cofre;
Presente da mulher que se usar morre;
Trancafiado no seu condomínio acha que é livre;
O alarme da mansão não evita o calibre;
Na televisão compra o artista;
Mas a bomba com a mão é fracasso da mídia;
O estudante boy quer o desarmamento;
Não quer a sua bunda sangrando no cimento;
Quero meu revólver pra mostrar na reportagem;
O herói diminuiu a violência da cidade;
Desarma o pobre que com arma é perigoso;
Sem arma morre de fome, o boy não acaba morto;
Milhões pra se proteger do que adianta isso;
Num restaurante e abaixa do tiro;
Capuz na cara, porta-mala, finado;
Essa é sua proteção fora do blindado;
Com sua filha com minha doze na nuca;
Mostrando que a cidade é nossa filho da puta.

(4x) não adianta chorar, não adianta gritar;
A cidade é nossa, ra-ta-ta-ta-tá.

Mandar um dedo querendo o resgate;
É o resto do seqüestro do seu filho covarde;
Vejo o jogador de futebol com sua ferrari;
Se aparecendo na tv, mas sem liberdade;
Segurança traz dando proteção;
A ferrari é do otário, a cidade é do ladrão;
Construa fortaleza com vigia, muro alto;
Que mesmo assim vou enfiar seu pit-bull no seu rabo;
Empresário responde, sua missão adianta;
O ladrão na rua, seu filho da grade com lança;
Viagem pra europa, Miami enquanto pode;
Só um fator sorte, evita sua morte;
Seu pm de oitão não dá medo cuzão;
A farda treme pra uso do ladrão;
Seu saldo bancário não te protege do meu tiro;
A playboyzada perdeu a cidade pros bandidos.

(4x) não adianta chorar, não adianta gritar;
A cidade é nossa, ra-ta-ta-ta-tá.

Óculos na testa, calça apertada;
Pagode no show e a mãe seqüestrada;
Dupla sertaneja, carro de luxo;
E perde seu roléx na nove de julho;
Microfone, fama, não ilude cantor;
O ladrão não quer autógrafo na agenda morô;
Compra meu cd e vai se foder;
Cuzão quer viver, dá um por cento do cachê;
Meu povo gritador dá audiência na novela;
Que só uma vez por ano aparece um comédia;
No criança esperança pra ganhar ibope;
Rebolando no palco pra fingir que ajuda pobre;
Tem que lutar pela favela é todo dia na globo;
Em vez de mostrar o seu mustang de novo;
Sua casa com piscina bonita;
Seu mergulho com a modelo vadia;
Eu vou mandar o coração do seu pai com um laço;
Ou um vídeo com seu parente torturado;
Quer a paz, mas não dá um real pro seu sucesso;
A cidade é nossa, vou te mandar pro inferno.

(4x) não adianta chorar, não adianta gritar;
A cidade é nossa, ra-ta-ta-ta-tá.

Circuito interno de tv, guarita;
Em vez de escola na periferia;
Alarme última geração na casa;
Em vez do barraco ter uma cesta básica;
Carro blindado, lataría anti-tiro;
Em vez de um curso no presídio;
A faca na sua garganta é resultado;
Do seu dinheiro investido no lugar errado;
Corpo carbonizado no cativeiro;
Pode ser de empresário, jogador, pagodeiro;
Seu jato particular não vai valer;
Quando o legista tiver cortando você;
Se a polícia me prender nem aí ta á salvo;
Pela porta da frente eu pago e saio;
Pode se esconder na bunda do delegado;
A cidade é nossa, mesmo assim eu te mato.

(4x) não adianta chorar, não adianta gritar;
A cidade é nossa, ra-ta-ta-ta-tá.

Lecciones Dejadas Por Los Antiguos: La Batalla del “Pequeño Gran Cuerno”

Via Malpaís

La batalla del Pequeño Gran Cuerno o “Little Big Horn”, fue uno de los episodios más penosos para el ejército estadounidense, episodio histórico enmarcado dentro de las llamadas “Guerras Indias”. En la batalla, los nativos americanos liderados por el jefe Siux Tasunka Wikto o Caballo Loco, el jefe espiritual Lakota Toro Sentado, el jefe Dos Lunas de los Cheyennes, entre otros, lograron una derrota aplastante en contra de los invasores blancos; lo que viene es un rápido recorrido de una de las tantas historias de resistencia a muerte en contra de la civilización y el progreso, la cual, nos deja una muy buena lección.

Pequeño Gran Cuerno era llamado a un rio dentro de los territorios del estado de Montana, Estados Unidos, la zona vecina de Black Hills había sido ocupada mayoritariamente por colonos blancos al encontrar en sus cercanías, minas repletas de oro. En el año de 1876, el gobierno estadounidense intentó comprar las tierras para su explotación, lo que molestó a muchos nativos que aun vivían en la zona. El decreto del gobierno se difundió por esos territorios, dando solo dos opciones a los ancestrales dueños de esas tierras, o vendían sus tierras para ser asignados en una reserva o serian infractores de la ley, muchos eligieron la segunda. Fue así como la resistencia comenzó a consolidarse.

El gobierno dio a los aborígenes un plazo para que abandonaran sus milenarias tierras, al expedirse la fecha y desobedeciendo los mandatos, unidades militares comenzaron a desalojar por la fuerza varios campamentos, la gente de Dos Lunas y de Caballo loco resultaron agredidas y tuvieron que abandonar sus posiciones, fue cuando acudieron al quien en ese entonces se le consideraba el gran jefe espiritual, con mayor influencia en toda la comunidad nativa, Toro Sentado.

Este jefe Lakota hizo un llamamiento a la unidad de otros clanes para defenderse de la amenaza europea, así un tipo “Tlatol” se celebró al mando de mencionado jefe tribal, según las crónicas unos quince mil naturales asistieron a la reunión.

Se dice que Toro Sentado al ver a tanta gente reunida levantó una plegaria, en donde le pedía a Wakan Tanka (según la cosmovisión de los Siux, el Gran Espíritu), que la cacería fuera buena para su pueblo, y así los hombres fueran fuertes e imbatibles. Para que esto llegara a suceder, Toro Sentado hizo la Danza del Sol, en la cual danzó dos días y dos noches sin comida ni agua, orando y observando los movimientos solares. Al final de la danza, el líder espiritual tuvo una revelación, veía una gran cantidad de soldados blancos y nativos caer del cielo, según él, los soldados caídos eran ofrenda para Wakan Tanka, por lo que los guerreros nativos debían asesinarlos pero sin tomar sus armas, caballos o cualquiera de sus pertenencias, de hacer caso omiso a esta regla, los nativos la pasarían mal.

Con el ánimo incandescente, los jefes tribales como Caballo Loco reunieron a sus hombres y partieron en busca de la ofrenda para Wakan Tanka, para al mismo tiempo defender sus tierras de las cuales no se irían sin dar batalla. El 16 de Junio un grupúsculo de guardias nativos divisó de entre las montañas una columna de 1,300 hombres blancos e indios aliados cerca de su campamento en la zona de Rosebud, quien dirigía a los soldados era el teniente George Crook.

La defensa comienza y los hombres se arman para pelear, si los invasores se acercaban más, había la posibilidad de que hubiera bajas de niños y mujeres entre el combate.

Por la madrugada del día siguiente, el jefe Caballo Loco con mil de sus hombres emboscó inesperadamente a los enemigos, fue así como las tropas occidentales se dispersaron y en una rápida estrategia de guerra, la horda de salvajes se dividió en pequeños grupos a la caza de aquellos que se separaron de la columna, haciendo más fácil el asesinato de los soldados norteamericanos, después de haber frenado a los invasores, los nómadas acamparon a las orillas del rio Little Big Horn.

El 25 de Junio de ese año el teniente coronel George Armstrong Custer (héroe estadounidense por su participación en la guerra civil, considerado como el general más joven del ejercito de aquel país en toda su historia, consentido de la prensa y apodado “General Niño”), junto con su columna de 600 soldados dividida en tres grupos, intentaron emboscar a los guerreros que habían desmoralizado al coronel Crook y a sus hombres unos días antes.

Un grupo de los tres, disparó directamente a los tipis frontales del campamento, los guerreros al grito de Hoka Hey (que en Lakota quiere decir: Hoy es un buen día para morir”), respondieron a la agresión con sus arcos y flechas, con sus hachas y sus escopetas, e hicieron huir a los soldados que cayeron muertos sobre el rio.

El segundo grupo comandado por Custer, decide atacar desde otro flanco el campamento nómada, durante la refriega el jefe espiritual Toro Sentado cuida de las mujeres y de los niños, mientras tanto las estrategias de los salvajes hacen caer en la locura a los soldados, quienes se ven indefensos por la huida de sus caballos, los cuales fueron asustados por los nativos. En cuestión de minutos los enemigos fueron reducidos y sitiados, y desde las colinas altas los hombres de Caballo Loco gritaban palabras de guerra, mientras los aterrorizados estadounidenses asesinaban a sus propios caballos que les quedaban para usarlos de escudo. La batalla fue encarnizada y caótica, según cuentan las crónicas, se podía ver a los guerreros asesinando a los soldados en lucha cuerpo a cuerpo o desde sus caballos, con flechas y hachas, disparándoles a quemarropa en un ambiente de humo de pólvora, se escuchaban gritos, aullidos y detonar de armas. Al terminar la batalla, el gran coronel Custer yacía muerto con disparos en la cabeza y en el pecho, sus hombres fueron destrozados. Los salvajes nativos desnudaron los cuerpos, cortaron sus cueros cabelludos y los castraron, además de llevarse sus pertenencias, cosa que el jefe espiritual Toro Sentado les había dicho que no hicieran, desobedecer tal indicación seria visto después por los nativos como un mal preludio, ya que después de esta batalla se ganarían el odio de un gran sector de la sociedad occidental y serian masacrados y cazados como animales por el ejército estadounidense.

El tercer y último grupo se había reunido a lo lejos junto con los pocos sobrevivientes del primero, este pidió apoyo y más soldados fueron llegando, Caballo Loco no podía exponerse a perder más hombres por lo que ordenó que el campamento se levantara y se fueran con la victoria entre las manos. La última gran estrategia que trazaron los antiguos guerreros, fue que se dividirían en pequeños grupos, pues así no sería focalizado todo el grupo mayor, muchos pequeños grupos era más difícil de encontrar que uno solo. Fue así como todos partieron en direcciones distintas.

Hay varias lecciones aquí que hay que aprender de esta pelea contra la civilización:

La primera: La estrategia es muy importante cuando se trata de salir victorioso en una lucha o una batalla, en este caso, la lucha individualista contra el sistema tecnológico debe ser tratada con táctica e inteligencia, sabemos muy bien que al decir esto no se pretende tomar en cuenta ganar o vencer totalmente a este sistema pues eso no está en nuestras manos, pero en la medida de nuestras posibilidades, dar golpes a la mega-máquina que se transformen en victorias individuales y salir sin recibir alguna herida o sin ser detenidos, esa debe de ser la finalidad durante los ataques tanto de sabotaje como terroristas.

La segunda: Viendo el ejemplo de lucha arriba expuesto de los antiguos unidos contra un único objetivo y defendiendo su modo de vida con la naturaleza, la fiereza jugó un papel muy importante y aunque durante la batalla hubo heridos y hasta muertos, el punto focal recae en que la lucha contra la civilización y el progreso debe ser a muerte, encarnizada y desbordada, es decir, extremista. Las medias tintas no se incluyen en esta guerra, aquellos que están dispuestos a matar y morir defendiendo su naturaleza de humanos aun no-robotizados totalmente, y defender la naturaleza salvaje que queda indómita, deben detener eso en cuenta. Caballo Loco fue asesinado un año después de que liderara a los nómadas salvajes contra el ejército estadounidense, murió bajo una lluvia de disparos de indígenas aliados del enemigo, su cuerpo quedó agujereado por el plomo de la civilización, pero su orgulloso ejemplo guerrero se quedó como un legado vivo para las venideras generaciones que así como el, se defienden y resisten ante la avanzada de lo ajeno.

La tercera: Caer sobre el enemigo cuando menos se lo espera es otra de las lecciones, para ser efectivos y salir ilesos de un ataque no es muy práctico atacar durante una fecha en la que las autoridades pueden estar informados de la amenaza. Por ejemplo, cada 8 de Agosto el Tec de Monterrey se encuentra en alerta pues si se recuerda, ese día pero del año 2011 el grupo eco-extremista “Individualidades tendiendo a lo salvaje” envió un paquete bomba con la ya conocida historia de los dos tecnólogos heridos, ese día en especial, llevar a cabo algún atentado contra la misma institución académica seria tanto un peligro para quienes la ejecuten como un posible acto frustrado, ya que se monta un dispositivo de seguridad especial pero muy discreto. Aunque a mí en lo personal me gustaría ver otro atentado de las mismas condiciones (sino es que de más) en la misma institución y ese mismo día, que funcione y que burle todo ese dispositivo de seguridad, aunque no resulta muy pertinente.

La cuarta: Algunos insensatos han preguntado con anterioridad y sin conocer nuestras posturas: ¿Usarán las armas del sistema para enfrentarse a él?

Los nativos americanos que citamos arriba llegaron a enfrentarse con todo lo que tenían a la mano, arcos y flechas, hachas y macanas, caballos y rifles, dichas armas fueron útiles a la hora de caer sobre los blancos e indígenas aliados. ¿Qué hubiera pasado si esos mismos nativos hubieran rechazado las armas de los blancos y se hubieran aferrado a sus antiguos utensilios de caza y pelea? Quizás no hubieran salido victoriosos en la batalla de Pequeño Gran Cuerno, u otras más.

Las bajas del ejército fueron mucho más que las del lado de los naturales, uno de los factores que contribuyó a esto, fue que los guerreros llevaban rifles de repetición (es decir, podían tirar una seguidilla de balas sin recargar) los cuales se los habían robado previamente al enemigo y con los que ganaban tiempo y disparar a diferentes blancos en cuestión de segundos, mientras que los estadounidenses y aliados llevaban rifles de mono-tiro (solo podían tirar una sola bala y después volver a recargar). Esta lentitud en sus armas provocó que los nativos dispararan mientras corrían con sus caballos directamente a los soldados arrinconándolos mientras estos intentaban recargar sus armas.

Aquí queda respondida la pregunta que se abordó en esta cuarta lección, no podemos limitarnos a las antiguas herramientas de guerra solo porque criticamos este sistema tecnológico, debemos utilizar las armas del mismo sistema para combatirlo. Así como los nativos americanos, participes de la matanza del Little Big Horn no se detuvieron en la utilización de esos rifles de tiro repetido, que a nosotros no nos detenga utilizar alguna arma moderna que pueda causar bajas al enemigo.

Es así como termina este texto, cada quien que saque sus propias conclusiones.